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Atenção ao Prazo: Contribuições ao PGBL até 31 de Dezembro de 2025 Podem Reduzir o Imposto de Renda em 2026

imagem meramente ilustrativa

Com a proximidade do fim do ano, um ponto merece atenção especial de quem faz a declaração completa do Imposto de Renda:as contribuições ao PGBL realizadas até 31 de dezembro de 2025 podem ser deduzidas na declaração do IR de 2026, limitadas a 12% da renda tributável anual.

Na prática, isso pode resultar em redução do imposto a pagar ou aumento da restituição, desde que respeitados os critérios legais.


Como Funciona Essa Dedução?


O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) permite que o valor aportado seja abatido da base de cálculo do Imposto de Renda, postergando a tributação para o momento do resgate ou recebimento do benefício.

Esse mecanismo é amplamente utilizado como estratégia de planejamento tributário, especialmente por quem possui renda tributável mais elevada e contribui para o INSS ou regime próprio de previdência.


Atenção ao Prazo


Para que a dedução seja válida:

  • O aporte deve ser feito até 31 de dezembro de 2025;

  • A dedução será aplicada na declaração do IR de 2026;

  • O limite é de 12% da renda bruta tributável anual;

  • É necessário utilizar o modelo completo de declaração.

Aportes realizados após essa data somente poderão ser considerados no exercício seguinte.


Planejamento Evita Erros


Apesar da vantagem fiscal, o PGBL não é indicado para todos os perfis. A escolha entre PGBL, VGBL, regime de tributação e valores de aporte deve considerar renda, horizonte de investimento e impacto futuro no resgate.

Por isso, a análise prévia é essencial.


Converse com seu assessor de investimentos ou profissional habilitado para avaliar se essa estratégia faz sentido no seu caso específico!


Disclaimer/Aviso Legal: Este blog tem caráter exclusivamente informativo.O autor não é assessor de investimentos. As informações aqui apresentadas indicam possibilidades legais que devem ser avaliadas individualmente por profissionais devidamente registrados e certificados, como assessores de investimentos, instituições financeiras, CVM, Banco Central ou entidades competentes.


 
 
 

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